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O esquerdista é um doente mental que precisa de ajuda e
não sabe. Um sujeito miserável que necessita da piedade
humana. Mas cuidado com ele. Por ser um ser desprezível,
abjeto, infame, torpe, vil, mísero, malvado, perverso e
cruel, todos sinônimos é verdade, mas insuficientes para
definir seu verdadeiro perfil, ele é perigoso e letal.
É um sociopata camuflado, um psicótico social que
imagina ser Deus e centro do mundo. Na sua imaginação
acha que é capaz de solucionar todos os problemas da
humanidade e do mundo manifestado, mas que na verdade
quer solucionar os seus próprios, que projeta nos outros
para iludir-se de ser altruísta.
É um invejoso. A inveja é a sua marca registrada. Sente
ódio doentio e permanente pelas pessoas de sucesso,
notadamente aquelas realizadas financeira e
economicamente. O sucesso alheio corrói suas entranhas.
É aquele sujeito que passa pelo bosque e só vê lenha
para alimentar a fogueira de seu ódio pelo sucesso
alheio.
É um fracassado em todos os sentidos. Para justificar o
seu fracasso busca desesperadamente culpados para a sua
incompetência pessoal, profissional e humana. No seu
conceito, a culpa é sempre dos outros, nunca atribuída a
ele mesmo. É um sujeito que funciona como uma refinaria
projetada para transformar insatisfações pessoais e
sociais em energia pura para promover a revolução
proletária.
É um cínico. Não no conceito doutrinário de uma das
escolas socráticas, mas no sentido de descaramento.
Portanto, um sujeito sem escrúpulos, hipócrita,
sarcástico e oportunista. Para justificar seu fracasso e
sua incompetência pessoal, se coloca na condição de
defensor do bem-estar da sociedade e da humanidade,
quando na verdade busca atender aos seus interesses
pessoais, inconfessos. Para isso, se coloca na postura
de bom samaritano e entra na vida das pessoas simples e
desprovidas da própria sorte, com seu discurso
mefistofélico.
É um ateu. Devido a sua psicose, já comentada
anteriormente, destitui Deus e se coloca no lugar d’Ele
para distribuir justiça, felicidade e bem-estar social,
solucionar todos os problemas do mundo e da humanidade,
dentre outros quejandos. É um indivíduo que tem a
consciência moral deformada e deseja, acima de tudo,
destruir todos os valores cristãos e construir um mundo
novo, segundo suas concepções paranóicas.
É um narcisista. A sua única paixão é por si mesmo,
embora use da artimanha para parecer um sujeito
preocupado com os outros, no fundo não passa de um
egoísta movido pelo instinto de auto conservação.
É um niilista. Um sujeito que renega os valores
metafísicos divinos e procura demolir todos os valores
já estabelecidos e consagrados pela humanidade para
substituí-los por novos, originários de sua própria
demência. Assim, ele redireciona a sua força vital para
a destruição da moral, dos valores cristãos, das leis
etc. Sua vida interior é desprovida de qualquer sentido,
ele reina no absurdo. É o “profeta da utopia” e o
“filósofo do nada”.
É um genocida cultural. Na sua vasta ignorância da
realidade do mundo manifestado, o esquerdista acha que o
mundo é a expressão das idéias nascidas de sua mente
deformada e assim se organiza em grupos para destruir a
cultura de uma sociedade, construída a custa de muitos
sacrifícios e longos anos de experiência da humanidade.
Agora que você conhece algumas características do
esquerdista, fica um conselho: jamais discuta com um
deles, porque a única coisa que ele consegue falar é
chamá-lo de reacionário, nazista, capitalista e burguês.
Ele repete isso o tempo todo e para todos que o
contradizem, pois a única coisa que sua mente deformada
consegue assimilar, são essas palavras. Com muito custo
ele consegue pronunciar mais um ou dois verbetes na
mesma linha aos já descritos, todos para desqualificá-lo
e assim expressar a sua soberba.
Os conceitos atribuídos ao esquerdista se aplicam em
gênero, número e grau aos socialistas, marxistas,
leninistas, stalinistas, trotskistas, comunistas,
maoístas, gramscistas, fidelistas, chevaristas,
chavistas e especialmente aos membros da família dos
moluscos cefalópodes.
Para finalizar, porém longe de esgotar o assunto, o
esquerdista é aquele sujeito cuja figura externa é
enormemente maior que a própria realidade. Sintetiza o
cavaleiro solitário no deserto do absurdo, cuja ambição
diabólica é querer mandar no mundo. |