Artigo:

 

A polícia federalha me investiga

Maria Aparecida Nery

“Angela Liuti em 04 November, 2008 15:13

Quem é Maria Aparecida Neri?

Quem financia a falação da senhora Maria Aparecida Neri?Que coloca mensalmente nas ruas centenas de exemplares de um certo pasquim,com distribuição gratuita, a soldo de quem? E nem jornalista é assina como.Conforme consta na DRT de Florianópolis que foi ela mesma quem assinou a delaração de bons antecedentes. deve ter esquecido que em Porto Alegre pesa contra ela um B.O.(Boletim de Ocorrência) por danos a patrimônio de terceiros. e ainda vive de cuidar da vida dos outros.”

O comentário acima foi postado pela presidente da UFECO - União Florianopolitana de Entidades Comunitárias no link da matéria de minha autoria, intitulada “Polícia Federal investiga ONGs”, reproduzida da edição de outubro do Jornal Ilha Capital pelo site www.alerta.inf.br.  Quem estiver interessado: minha resposta está lá. E a réplica do Modesto Azevedo. E a minha tréplica...

Pelo que diz Ângela Liuti, parece que a petralha botou sua Polícia Federalha a me investigar, até em Porto Alegre, onde vivi 49 anos antes de transferir residência para Floripa. Para eles é fácil investigar as pessoas: existe um “aparelho” pra todo servicinho sujo neçestado policialesco de Banânia, desgovernado pelo presidente Lulovsky Apedeutakoba e seu guerrilheiro pateta, Tarso Ilich Genro, o ministro da espionagem destrambelhada.

Imagina só, se não há um petralha da PF mamando na DRT-SC. “Larga a tetinha por dois minutos e me arranja cópia do falso registro de jornalista da porca reacionária Api Neri!” Devem ter levado meses procurando, até descobrir que isso é só um dos meus codinomes. Outro tanto revirando arquivos para descobrir que não me chamo Maria “Paricida”. E que o correto é Ner”y”. Petralha escreve mal até desenhando as letras sobre papel carbono. Só podia dar nisso: o século de revoluções frustradas deve ser por causa dos erros de português nas cartilhas de terrorismo, nos manuais de guerrilha, nas reescrevinhações das teses de Marx, dos cadernos de Gramsci. E nas atas da “sociedade civil organizada”, dos “movimentos sociais”... A petralha analfabeta de pai e mãe joga a culpa dos seus fracassos nas costas largas dos malditos capitalistas com seu deus mercado. Tsk, tsk, tsk...

A banda esquerdopata da PF espiona o ministro do supremo em Brasília? A Polícia Federalha, a mando da presidente da Ufeco, espiona uma “condenada” em boletim de ocorrência de 1998, motivado em uma briga entre vizinhos, em Porto Alegre, porque, 10 anos depois, “foragida”, ela pode estar agindo, disfarçada de “jornalista falsa com registro”, em pasquim de bairro de periferia em Florianópolis: denunciando ONGs de fachada e entidades fantasmas que, em parceria com órgãos da imprensa de verdade, a mando de uma senhora petralha aparelhada em um outro “órgão” de elevado prestígio, cometem fraudes contra a opinião pública e a Justiça. Ai, que tédio!

Acho que devo sentir-me honrada: ser espionada pela Polícia Federalha é um bom sinal. Se eles dizem que estou do lado errado das “lutas sociais”, então sei que estou do lado certo. Parodiando Reinaldo Azevedo, tudo que é bom para a petralha, é ruim para o Brasil, inclusive para Floripa, onde 78% dos eleitores também pensam assim. Não só pensam, como disseram isso nas urnas.

Ângela Liuti quer saber quem “financia” a minha falação mas eu quase nem falo. Só escrevo. E assino. Ela não quer “saber” coisa nenhuma. Quer é insinuar que “quem me financia”, é alguém que ela - vai saber porque! - se borra perna abaixo de medo de pronunciar o nome. Os Petralhas são assim: mesmo quando tentam aparentar um pouquinho de coragem, acabam só escancarando sua covardia.

Para mim, ninguém financia nada. Eu informo e opino em um órgão nanico da imprensa, onde interessados em divulgar seus produtos pagam para fazer anúncios. Petralhas estranham, porque isso é bem diferente da sua forma de sobrevivência: militância profissional em entidades pilantrópicas financiadas por órgãos públicos apetralhados.

E de mim ninguém ganha texto elogioso como bônus por anúncio. Quando eu manifesto opinião favorável ao Costão Golf ou Jurerê Internacional, entre outros, não é porque um ou outro anuncia (ou pode vir a anunciar) aqui. Eu defendo clara e objetivamente - e faço porque é meu direito inalienável ter e manifestar opinião sobre qualquer assunto - que vinte Jurerê e Costão Golfe são muito melhor para Floripa do que qualquer um dos loteamentos clandestinos que tem aos montes por aí, aos quais a Ufeco se encarrega de estimular e defender.

A Polícia Federalha anda na minha cola porque, ao contrário de mim, quer “distribuir igualitariamente” dez favelas em cada Distrito, e impedir os Costão Golf e Jurerê na cidade. Isso faz parte da natureza deles, que “adoram” a pobreza (dos outros) porque vivem disso: são seus gigôlos. No dia em que ela acabar, a tetinha deles acaba junto.