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Sobre essa
conversa mole da ONU, ONGs, esquerdistas e demais
idiotas, incluindo os jornalistas da grande mídia, que
se recusam a protestar e defender a punição severa para
os banidos, o Reinaldo Azevedo escreveu um post que
resume tudo. Por isso, transcrevo após este prólogo, até
mesmo para ficar registrado.
Como
notaram, ao lado já havia colocado uma pesquisa sobre as
declarações absurdas formuladas pelo ONU. Alguns já
votaram. Vote você também. (http://aluizioamorim.blogspot.com/)
Pois eu
continuo mandando fogo nos botocudos. Morte aos
bandoleiros. Se possível execução em praça pública.
A análise
do Reinaldão está do tamanho certo e jamais este tipo de
texto é veiculado pela grande mídia, pois esta é
complacente com o terror que vai dominando o Brasil.
Aqui mesmo
em Florianópolis, outrora uma ilha de paz, há tiroteio
nas ruas, está dominada pelos botocudos. A insegurança é
total. A polícia aqui só aparece para dar segurança a
jogos de futebol, parada gay e Iron Man. Mas vamos ao
texto do Reinaldão:
“Olhem, o
governador do Rio, Sérgio Cabral, está longe de compor o
meu “top ten” , mas as críticas de que é alvo a sua
política de Segurança Pública — especialmente as
contidas num relatório da ONU — são estúpidas, marcadas,
como sempre, por viés ideológico e pelo onguismo do
miolo mole.As primeiras linhas de uma reportagem da
Folha de hoje (3.jun) são emblemáticas.
Leiam:
“Embora o número de pessoas mortas pela polícia do Rio
tenha aumentado 25% no último ano e o governo tenha
apoiado uma política de confronto, a segurança no Estado
só piorou. A conclusão é do relator das Nações Unidas
para Execuções Extrajudiciais, Sumárias ou Arbitrárias,
Philip Alston, que fez ontem um retrato sombrio da
segurança no Estado, com foco na violência policial.”
Philip
Alston é um fanfarrão. Ora, quem desaprova a “política
de confronto” apóia, então, qual política? A palavra
“confronto” requer complemento nominal: fala-se de
confronto entre quem e quem?
Se o que se
quer é o contrário, o diálogo, estamos falando de
dialogar com quem? Com o narcotráfico? Continuo a fazer
perguntas um tanto cruas para almas sensíveis: o aumento
do número de mortos de bandidos em confronto com a
Polícia deve integrar as estatísticas de “mortes
violentas”, como se fossem, sei lá, trabalhadores?
É, talvez
seja possível reduzir o número de mortes: a Polícia
abandona o “confronto” e delega aos bandidos o monopólio
da morte e do uso da violência. O que lhes parece? Há
solução? Há, sim. Triunfo da lei e combate à impunidade.
O problema
é enfrentar o onguismo bocó e essa gente que faz
“dumping” de propostas de paz — todas elas pregando a
convivência pacífica com o crime.
Criou-se
uma cultura nefasta no país, herdeira, para variar, das
tolices da esquerda, segundo a qual a origem da
violência é sempre social. Esse é o substrato político
do PAC da favela.
Ora, não é
preciso ser muito sagaz para saber que a melhoria da
infra-estrutura nas favelas será, também ela,
incorporada como ativo pelo crime organizado. Então não
se leva benefícios aos favelados?
Sim, desde
que os morros sejam “liberados” do domínio do tráfico.
Mas como? A resposta é velha, simples e até aborrecida:
com as Forças Armadas. Em vez de os nossos valentes
soldados ficarem coçando os países baixos nos quartéis,
entrariam numa operação de guerra, sim, para expulsar do
morro o tráfico.
Há o risco
de haver “infiltração” da bandidagem nas Forças Armadas?
Sempre há.
É por isso
que elas têm serviços de Inteligência. Justiça se faça:
Cabral já se disse favorável a essa medida.
Sei que
muitos chefes militares são contra, com a cascata de que
as “Forças Armadas estão preparadas para a guerra”. É de
guerra que nós estamos falando.
Considerando que a gente não vai mesmo invadir Buenos
Aires e que perdemos a chance de botar pra correr aquele
índio de araque que nos roubou a Petrobras...
Por que os soldados brasileiros vão combater o crime
comum do Haiti e não podem proteger seu próprio povo da
ação de narcotraficantes?
Os bacanas
que protestam, afinal de contas, reivindicam o quê? Sei:
no geral, querem que todos os problemas sejam antes
resolvidos para que se possa, então, resolver todos os
problemas...”. |