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O mais novo
escândalo no governo é o crime de “falsificação
ideológica” da ministra Dilma, candidata a presidente em
2010, que teria adulterado seu currículo na Plataforma
Lattes, do CNPq. A ministra teria apelado para o PAC,
Programa de Aumento do Currículo, acrescentendo um
mestrado inexistente, assim como um “doutorado” na
Unicamp que não passa de lorota. Muitos brasileiros
ficaram chocados. Afinal, trata-se de uma pessoa que
quer assumir a Presidência da República, e começa
mentindo sobre suas qualificações.
A ministra
nega, seguindo a moda de Brasília, que tem no próprio
presidente Lula seu maior ícone, já que “o cara” nunca
sabe de nada. O problema é que uma senha, assim como o
CPF, são necessários para mudar os dados em questão. Se
não foi a ministra que mexeu nas informações, então ela
é igualmente incapaz de assumir o governo, pois não
consegue nem controlar seus dados pessoais.
Mas o que eu
queria comentar mesmo é que a revolta de alguns
brasileiros não passa de uma “afetação moralista
burguesa”. Afinal, para essa corja no poder, os fins
sempre justificaram quaisquer meios. Ora, a ministra
Dilma tem uma ficha criminal tão extensa, que uma
simples “falsidade ideológica” não será o maior
problema. A guerrilheira Estela, codinome da ministra
nos tempos em que ela lutava para implantar no país uma
ditadura como a cubana, fez coisas muito piores,
inclusive planejar assaltos. E ela jamais se arrependeu
publicamente de seu passado, seu verdadeiro currículo.
Pelo contrário: ela tem orgulho dele!
Portanto,
vamos deixar essa coisa de revolta contra mentiras tolas
para os “moralistas”, pois os petistas não têm a mais
vaga noção do que isso significa. Para os petistas,
existe somente uma meta, e qualquer coisa que os ajude a
alcançá-la está valendo. Essa meta é o poder!
*O autor é economista
http://rodrigoconstantino.blogspot.com/ |