Dos Leitores

 
 

Sempre leio o Jornal Ilha Capital e gosto muito. Nota 10! Nasci em SC, em 1937, saí daqui jovem para estudar, vivi algum tempo fora do país e só retornei há seis anos. Moro no Rio Vermelho e fui a Canasvieiras fazer compras e passear. Lá vi coisas que me irritaram. Para ser breve, observei: 1 - Lavar o comércio e jogar a água e lixo na rua para a Prefeitura limpar. E quem faz isso é a maioria estrangeira. O brasileiro é muito bonzinho... 2 - Outra coisa absurda é o câmbio nas esquinas. Onde está o imposto cambial? Que tipo de pessoa está por trás dessa atividade? Acho que é caso de PF. Aproveito para dar uma sugestão: Florianópolis, que é uma cidade turística, com muitas pousadas e hotéis, deveria ter lavanderias de auto-serviço disponíveis, como em todas as grandes cidades. Aqui só tem aquelas que cobram por peça e são muito caras. Espero ter sido útil ao Jornal.

Jane

 

Noto que está muito em pauta o assunto sobre o Plano Diretor. Até concordo, mas também está no site da prefeitura o estudo sobre o novo código de postura da cidade de Florianópolis, que é bem antigo e, digamos a verdade, não existe fiscalização para nada dos artigos que constam no código atual. O Jornal Ilha Capital poderia comentar sobre isto e colocar um link para que os cidadãos possam saber o que tem no atual código para saber o que pode ser melhorado. Agora, ser fiscalizado é outra coisa...
Atenciosamente

Vilder Vignatti

 

Acuso o recebimento do jornal “Ilha Capital”. o nanico que incomoda, em sua edição 90, cuja gentileza agradeço.

As matérias nada ficam a dever aos grandes jornais. Ao contrário, os superam, pois vocês são um dos poucos jornais que manifestam uma linha editorial anticomunista. Meus cumprimentos !!!
Um grande abraço,

Anatoli Oliynik - Curitiba – Paraná

 

Parabéns! O Jornal está cada dia melhor.

Cordiais saudações,

Marcelo Dantas

 

Mais um parabéns pela edição do Ilha Capital. O destaque no site é a musiquinha da farra do boi, muito legal e uma verdadeira aula de educação ambiental.

Um forte abraço,

Francisco Caruso Gomes Jr

 

 
 

"Obviedades estratégicas"

"Obviedades estratégicas", um dos artigos mais esclarecedores que já li. Perdido em um jornal de comércio de São Paulo, jamais me seria acessível não fosse o trabalho de garimpo, inédito, que vocês produzem. E o fazem com o cuidado de selecionar material que se perfila com a proposta do jornal, muito clara, de combater a hipocrisia reinante e, eis aí, outro ineditismo, pelo menos aqui em Florianópolis. Obrigado, portanto.

Roberto São Thiago

Petista e terrorista

Li o jornal impresso, que recebo religiosamente. Já não chega as baixarias que essa turma teima em vir fazer aqui? Esse Jalmir Gibbon Fernandes bateu recordes. Além da boininha, precisa de um lenço à lá Arafat? Petista e terrorista da Al-Qaeda? Quando digo que sou um ex-gaúcho, me trucidam... mas, ultimamente não tenho me orgulhado muito de ter nascido por lá.

Abraços,

Adilson Minossi de Oliveira

SERTE

Ao longo de seus 54 anos de história, a SERTE, por atuação e significado, tornou-se referência na Grande Florianópolis. Além dos méritos e da dedicação daqueles que fazem a SERTE, a participação de empresas como a de vocês é fundamental na divulgação dos serviços e eventos do Norte da Ilha.

Agradecemos a atenção com a divulgação do evento "A SERTE COM A LAZANHA DA SÔNIA" e esperamos que ela se transforme numa parceria duradoura.
Cordialmente,

Jorge A. Cameu - Presidente da SERTE

 

 
 

À Equipe de Redação,

Gostaria de parabenizá-los pela excelente reportagem Hakani, o Sorriso que evoluiu a Humanidade.

O Brasil tem crescido muito nos últimos tempos, mas ainda nos deparamos com situações como essas, que contradizem os Direitos Humanos, excluindo as crianças indígenas deste país do direito à vida.

Sou uma defensora ativa do movimento contra o infanticídio e meu desejo é que matérias como essas continuem a ser difundidas para que a sociedade se informe de que podemos viver uma sociedade mais justa e melhor.

Cleonice Barbosa da Silva
Porto Velho
Rondônia

Nicolau, o urutau cara de pau!

Ficaram ótimas a reportagem sobre o urutau e as indicações dos sites para pesquisa. Mostrar a exuberante fauna que ainda temos em nossa Ilha é uma maneira muito eficiente de fazer as pessoas mudarem sua maneira de ver os bichos e todo o ecossistema que eles necessitam para perpetuar-se. Ninguém pode amar e proteger o que não conhece. Eu mesmo antes de começar a observar melhor a natureza e todos as relações que existem entre o seres e seu meio-ambiente, era um caçador sem a mínima culpa por isso. Mas comeccei a ver a semelhança incrível entre as relações familiares humanas e as dos animais em geral... a preocupação dos pais com os filhos, os jogos de sedução para conquistar uma parceira, a batalha pelo pão de cada dia, ou seja, somos muito parecidos com o resto dos seres. Aliás, em algumas questões, os animais dão um banho de sabedoria aos seres humanos. Enfim, tudo isso para dizer que é muito importante o trabalho que o Ilha Capital faz na página dedicada a levar ao conhecimento das pessoas quem vive ao nosso redor e tantas vezes é ignorado - ou depredado - o que é o pior de tudo. PARABÉNS.

Se precisarem de imagens da fauna da Ilha, terei o maior prazer em colaborar. Não deixem de me solicitar.

Abraços.

Miguel Serrão
Lagoa da Conceição


Encontro na Côte D'Azur:

Catarinense de Caçador, Alberto Pedrassani Costa Neves morou por muitos anos em Floripa e atualmente vive em Nice, na França. Capitão-de-Mar-e-Guerra da Marinha do Brasil, hidrógrafo e oceanógrafo, Pedrassani é o primeiro brasileiro a ocupar uma cadeira de assistente técnico no Conselho da Organização Hidrográfica Internacional, sediada no Principado de Mônaco.

Em janeiro, Alberto recebeu a visita da amiga Bernadete da Rosa, moradora do Rio Vermelho e diretora da Escola Básica Antônio Paschoal Apóstolo. que este ano trocou o verão na Ilha-capital pelo magnífico inverno na Costa Azul. Ambos são leitores do Jornal Ilha Capital e enviaram algumas fotos do seus passeios para nosso registro, com exclusividade.

 

 
 

Parabéns aos editores do Jornal Ilha Capital. Pela primeira vez consegui ler um Jornal inteiro e não achar nenhum defeito, pois todas as afirmações de vocês são perfeitas. Continuem assim a desafiar o poder desses burocratas de plantão, esses ecochatos que infestam nossa ilha e, principalmente, esses xaropes que vivem a atrasar o desenvolvimento de nossa Ilha-Capital. Exemplo disso foi o caso do estaleiro do Eike Batista, que está sendo construído no Rio e que gerará cerca de cinco mil empregos diretos e mais de 15 mil indiretos e os ecochatos não deixaram que saísse em Biguaçu.

Nota 10, digo MIL para todos vocês. E sigam em frente.

Jacinto A. Martins (Jassa)

 

Caro Paulo Simões,

Obrigado pela oportunidade de ler o Ilha Capital, o "nanico" e corajoso, posicionado e franco. PARABÉNS! Já no editorial ficam claros os valores e os ideais do Jornal. Como seria bom se tivéssemos um maior número de veículos com a marca da coragem do teu Ilha Capital. Com certeza a "Democracia brasileira" seria verdadeiramente a favor das pessoas e não ao sabor das ideologias do atraso que, lamentavelmente, dominam nosso Brasil. Reconheço: somos poucos a lutar, mas não vamos nos render. O futuro do País contruímos no cotidiano, reafirmando a Liberdade e a verdadeira Democracia. Longa vida ao Ilha Capital.

Abraço

Dep. Federal Onyx Lorenzoni (DEM)

 

 
 

Conheci um jornalzinho
No dia em que circulou
Desde então o teimosinho
Só fez crescer, engordou
Tem oito anos de idade
Quem o lê, acho que não
Percebe a maioridade
O "nanico" é jornalão

Com meus cumprimentos.

Moacyr Calheiros
Campeche

 

 
 

Prezado Editor,

Parabéns pela coragem de denunciar a forma como os radicais de esquerda se apossaram da bandeira verde para investir contra o sistema produtivo em Florianópolis. A sociedade deveria exigir, minimamente, que eles dessem o exemplo, se despojando de seus bens (fruto desse mesmo sistema produtivo), em especial do carro, da geladeira, da televisão, do condicionador de ar. Enfim, de todo e qualquer conforto. Principalmente daqueles que vivem sobre as dunas e em ocupações irregulares. A sociedade deveria, também, exigir dos órgãos governamentais (IBAMA, ICMBio, SPU, Ministério Público, principalmente) que cumprissem suas funções institucionais.

Grande abraço,

Alberto Pedrassani Costa Neves - de Mônaco

 

 

Ô sua Cacá Meneia.

Tu tax querendo mi copiá, é ?

Para cum isso, Ô. Depoix qui mi visse no imagem da ilha fizesti iguarzinho, Ô!

Vê si usa a cuca i inventa alguma cosa nova, Ô. Maix criativa, in vez di ficar jogandu "M....." nu ventiladô. Vê si si manca, ô!. I falando nu teu nomi, tu ex prima du Cacau Meneses, Ô. Ou táx querendo ser ingraçada, Ô. O Josiney, meu subrinho, falô pra eu ligá pros adevogadus do jornal, pra vê si é legal essa cópia. Depoix ti conto, ou melhor, eles ti escrevem.

Vai qui eu já fui....

TM

 

 

Exmos. Senhores:

Acabo de regressar a Portugal após ter passado um mês em Florianópolis, mais precisamente na Lagoa da Conceição, onde tenho amigos e familiares, já que minha mulher é brasileira.

Aproveitei a oportunidade para conhecer melhor a imprensa local, que estava acessível em várias cafetarias, e constatei que nela destaca-se o "ILHA CAPITAL", não só pelo aspecto gráfico, mas principalmente pela excelente colaboração, que versa matéria interessante e formativa, e em regra, em bom português.

Está pois de parabéns o Vosso Jornal, e eu, como jornalista e redactor do "NG", congratulo-me com o facto.

Embora não costume oferecer colaboração, senti-me quase na obrigação de o fazer, já que costumo passar férias na Ilha, onde possuo numerosos amigos e quase a totalidade da família de minha mulher.

Escuso enviar currículo, uma vista de olhos pela Google fala por mim. Sou o coordenador responsável pelo blogue "PAZ", colaborado por amigos brasileiros e portugueses.

Para avaliar o género de artigos que posso enviar, junto dois, que podem ser publicados: um, sobre a mulher; outro, que foi reproduzido em vários sites e publicações, que penso ter reduzido interesse para o Vosso magnífico jornal, mas serve para o meu ponto de vista sobre esse assunto.

Atentamente,

Humberto Pinho da Silva
(http://solpaz.blogs.sapo.pt/)

 

 

Parada Gay

O uso do espaço público cedido pelo prefeito Dário Berger para a parada gay é uma clara violação dos direitos dos cidadãos de Florianópolis. Entretanto, deve-se entender que esse prefeito é coerente com seus planos eleitorais. Afinal, não lhe restando mais a reputação de bom administrador e fidelidade a seus companheiros, é compreensível que ele apóie qualquer ato que lhe capitalize alguns votos. Os homossexuais parecem mesmo necessitar de exibição pública, até para incrementar sua auto-afirmação. A propósito, o Supremo Tribunal Federal aprovou o casamento gay, à revelia do Legislativo. É o mesmo Tribunal, cujos (suspeitos) juízes aprovaram a flagrante violação do tratado internacional de extradição com a Itália, para beneficiar o bandido esquerdista Battisti. Esses fatos nos sinalizam para dias sombrios, sobretudo para as famílias brasileiras.

Sergio Colle – Professor da UFSC

 

 

SOS Canasvieiras

Sabemos que, pelo fato de morarmos e trabalharmos neste paraíso que é Florianópolis (Canasvieiras), temos que dividí-lo com o turista. O que não podemos aceitar, é que venha o turista baderneiro, aquele que não tem respeito nenhum com o lugar e as pessoas, que acha que por não estar na cidade dele, pode fazer o que bem entender, perturbando a ordem pública e o sossego de quem aqui vive.

Alguns hotéis que recebem excursões permitem que hóspedes desses grupos tomem conta e façam o que bem entendem: baderna, baixaria, gritaria, bebedeira, falta de respeito com as pessoas dentro e na frente do hotel e muito mais. Sem providências, perdem o controle. Pessoas que vivem no entorno não descansam, principalmente à noite, e no dia seguinte vão trabalhar cansadas, estressadas e chateadas com a situação. É uma constante a polícia ser chamada para “tentar” melhorar a situação, e é uma vergonha que precise chegar neste ponto.

O dinheiro que o turista gasta aqui, ajuda no desenvolvimento e melhorias para nossa cidade, mas o turista que vem com sua família e quer aproveitar de forma normal e numa boa seus dias de descanso, acaba não voltando. Nosso “filme fica queimado” e também o conceito dos hotéis que permitem que hóspedes extravasem o que têm de pior.

Fica o alerta de que o turista que incomoda não nos serve. E se é convidado a se retirar, ótimo: é um favor que não volte mais. Que venha compartilhar conosco, o bom turista, aquele com sua família, que fica maravilhado com a beleza de nossa ilha, a gentileza de nossos moradores, com nosso artesanato e nossa variada gastronomia.

Ao Jornal Ilha capital, agradeço a oportunidade de poder dar o alerta e informar o que muita gente ainda não sabe.

Claudia Reichardt

 

 

 Esta bela cidade já perdeu este ano a praia da Armação, no Sul da Ilha. Não vamos perder mais uma, para a água suja parada com forte cheiro e veículos circulando na areia em vez dos guardassóis dos banhistas.

Solicito que este conceituado jornal apresente matéria, se possível com foto, alertando para o risco de se perder mais uma praia: Canajurê. Ela já foi, anos atrás, objeto de atenção especial da Prefeitura, que colocou tachões de madeira junto à servidão Valdemar Medeiros, para impedir trânsito e estacionamento de veículos dentro da praia, como existe na praia do Forte. As marés de inverno levaram as placas oficiais dos órgãos públicos informando que “é proibido o estacionamento de veículos na praia”. Também taparam uma espécie de canalização que havia sido escavada na areia, entre uma saída cloacal que esgota dejetos e o mar. O que se espera do Poder Público é uma ampla revitalização da beira do mar e areia da praia, ainda antes do Natal.

Luiz Carlos Filho

 

 

 Caros valentes desse nanico, grande e enfrentador: Me constrange voltar aos mesmos problemas sem solução. Quantas vezes nesses anos busco ajuda de tantos outros sem receber nem a simples cortesia de um “recebido”? É inacreditável a indolência, a falta de responsabilidade e atitude dos que foram eleitos para gerenciar as necessidades dos contribuintes da cidade. Pobre o balneário Canasvieiras: sem fiscalização da proibição de jogos nas praias, cuja lei existe há 14 anos (recolham os equipamentos em uso!); com animais na praia transmitindo doenças: devem ser recolhidos; com banhistas que satisfazem necessidades fisiológicas no mar, que vira imundície: precisa dois sanitários a cada 100 metros; sem fiscalização rigorosa dos jet skis nos 200 metros dos banhistas: multa e recolhimento; sem pranchões para as pessoas atravessarem os arroios fétidos que desaguam no mar (Canajurê). Nada é feito: NADA!

Assíduo leitor

Mauricio Schmidt

 

 

 

Vargem Grande

Senhor Diretor:

Gostei muito do Jornal Ilha Capital, que recebi em um mercado perto de onde moro. Pequeno - no tamanho, mas grande no conteúdo - o seu jornal local retrata com propriedade os assuntos, sem receio de perder patrocinador, mas sim preocupado com a sociedade como um todo. O Ilha Capital agrada quem possui conhecimentos gerais e instrui quem não possue, por abordar questões variadas, satirizando algumas delas. Poderíamos até chamá-lo de síntese do que ocorre em nosso país.

Sou jovem de cabeça e velho na cronologia dos anos. Já fiz palestras sobre assuntos diversos e cheguei a editar um pequeno jornal em São Paulo, isso há mais de quarenta anos. Sei como não é fácil: tudo demanda tempo, dinheiro, pessoal e assim por diante. Também já tive coluna em outro jornal.

Digo isso para que o senhor saiba que tenho experiência que me recomenda a elogiar quando leio um veículo de comunicação inteligente e bem feito.

Não o conheço e a nenhum dos redatores, mas parabenizo-os.

Roberto Trapani - Vargem Grande

Jurerê

Prezados!

A propósito da matéria de capa “Omissão Cúmplice”, sobre poluição visual: por favor, não deixem criar asas aqueles que estão pouco ligados às questões ambientais, culturais... O negócio deles é ganhar dinheiro a qualquer custo, mas o lugar deles não é aqui nesta geografia maravilhosa! Lugar de porco é no chiqueiro.

Sou gaúcho de Canoas, morando há dois anos na Ilha. Registro aqui minha indignação, apoio e amor por esse estado!

Parabéns pela edição!

Paulo Proença - Jurerê

 

 

Em estado de abandono

Necessitamos de maior assistência por parte dos gerentes do Estado e da Prefeitura. Não temos sequer um vereador que nos represente, praias do norte.

Como única alternativa, vejo esse veículo com condições de fazer notar as mazelas, sujeiras, desrespeito de veranistas aos proprietários de imóveis, contribuintes.

Cabines sanitárias e chuveiros, são de alta prioridade, pois as necessidades fisiológicas são simplesmente evacuadas no mar. O que fazer? Isto são coisas banais, baratas e trariam um pouco mais de civilidade.

Inclusive as placas orientando se a praia está própria ou não para banho, necessitam de exame diário: são arrancadas. Incrível, mas já vi placas de orientação sobre jogos, serem usadas como REDES de vôlei.

Jogos nas praias, principalmente de bolas, basicamente de parte dos argentinos; cães nas praias; carros com som ligados com volume extremo; segurança, mesmo que transitória por parte policial, tanto na orla como ruas adjacentes; faltam pranchões nas vazantes de arroios nas praias para podermos caminhar sem sujar e encharcar nossos calçados com aquela “água“. Inclusive embarcações, jet skys em velocidade, a menos do que a distância permitida da preamar. Acidentes, não sei se já ocorreram, mas estão prestes a acontecer, E daí? Ficaria por isto mesmo.

Tanta gente empregada. Por certo poderiam colocar dois fiscais de bicicletas, a “patrulhar“ esses desmandos, recolhendo equipamentos e proibindo jogos.

Saudações

Mauricio Schmidt

 

 

Senhor Editor

Recebemos com grande satisfação o “Ilha Capital”, realmente uma ilha em um país onde pululam defensores do Estado, da estatização da economia, do aumento do número de funcionários públicos e da corrupção desenfreada.

Agradeço terem dado espaço à publicação do nosso prêmio Donald Stewart concedido anualmente (esta é a 7ª edição) a três universitários ou mestrandos para dois seminários nos EUA – um em Nova York, o outro em San Diego. Lá, durante 15 dias, em regime de internato, os premiados convivem com o que há de melhor na intelligentsia norte-americana. Além de tudo pago, recebem um “pocket money”.

Fique à vontade para reproduzir material do site do Instituto Liberal. Sabemos como é difícil sobreviver no Brasil defendendo o liberalismo. Estamos brigando há 26 anos.

Um forte abraço,

ARTHUR CHAGAS DINIZ
Presidente - Instituto Liberal
Rio de Janeiro
www.institutoliberal.org.br
ilrj@gbl.com.br

Novembro / 2009

 

Prezado Senhor Paulo Roberto Simões
Digno Diretor Responsável
Jornal Ilha Capital

Um amigo passou-me às mãos um exemplar de seu periódico e fiquei entusiasmado com a coragem e o patriotismo da edição, na abordagem de artigos que combatem o Comunismo.

Somos integrantes do GRUPO INCONFIDÊNCIA, grupo cívico de Minas Gerais, cujas principais finalidades são lutar contra o Comunismo e a Corrupção, pelo Fortalecimento das Forças Armadas e pela defesa da Vida Humana, da Família Tradicional e dos Valores Conservadores da Sociedade.

Nosso site é www.grupoinconfidencia.com.br.

Gostaríamos de enviar-lhe alguns exemplares do nosso Jornal Inconfidência, de circulação nacional, mas não tenho seu endereço. É possível enviar-me?

Despeço-me, desejando-lhe boa sorte na cruzada que, com determinação, o senhor abraçou.

Um forte abraço,

Reynaldo De Biasi Silva Rocha
Coronel Reformado do Exército Presidente do Grupo Inconfidência

Outubro / 2009

 

Canasvieiras

Senhores,

Agradeço pela presteza em que no prazo certo me entregam as edições do Ilha Capital. Eu o leio todo. Jornal valente!

Talvez expondo através de suas páginas, sejamos atendidos no que há muitos anos reclamamos:

1 - Limpeza da praia por varredores.

2 - Simples colocação de pranchões para atravessar os canais pútridos, de afluentes à nossa praia. São quatro locais de despejo de latrinas que temos que atravessar, crianças e adultos enchendo os calçados de dejetos. E muitos contribuintes a banharem-se nessas águas fétidas.

3 - Proibir em definitivo os jogos de bola, desde frescobol, futebol, vôlei, tênis. Existe lei há 12 anos, que nunca foi observada. Usam ATÉ AS PLACAS DE ADVERTÊNCIA COMO REDE! Impunidade, desrespeito aos mantenedores, os proprietários na região.

Se houvesse um fiscal, com indumentária de fiscal da Prefeitura, que de bicicleta fizesse um roteiro diário na praia, por certo coibiriam os abusos, praticados por farofeiros e por muitos argentinos, denominados por outros, não por mim, de HERMANOS.

Recolher os materiais dos jogos já ajudaria em muito e imporia respeito. Se não sustarem isso de vez, só aumentarão as discussões e brigas, o DESCONFORTO com a falta de consideração desses elementos que atormentam os contribuintes fixos.

4 - Animais na praia. Uma turminha, sempre a “passear“ na praia. Tenho quatro cães mas jamais os levaria à praia para as suas necessidades fisiológicas. Isso já inicia às 7:00 diariamente. Vejam por sí. É outra transmissão de doenças.

5 - Barcos a motor, jet skies, barcos à vela, caiaques manejados por inexperientes, pondo em risco os banhistas.

Convenhamos, se nossos eleitos nada disto considerarem, não os reelejamos. Simples assim.

Isto posto, mesmo que esta seja publicada, duvido que alguma atitude será observada de parte da Prefeitura, e demais órgãos estaduais e federais, mesmo que nosso atento Ilha Capital interfira: já reclamo tudo isto há algumas décadas. Incompertência? Negligência? Desrespeito ao contribuinte? Sei lá. Só sei que é pouco o que necessitam fazer para nos permitir, aos contribuintes, um sossego civilizado em nossa praia. Afinal, pagamos impostos para quê? Pros hermanos? Cães?

Sujeira? Poluição sonora? Barcos fora dos limites?

Iniciemos, preparemo-nos, agora também com máscaras em nosso próximo período de férias. Convenhamos. Civilidade, respeito higiene, são inerentes ao convívio social. Cada um faça sua parte para dar certo.

Mauricio Schmidt

 
 

Julho / 2008

 

Cachoeira do Bom Jesus

Fala João Jannis!

“Lendo no Ilha Capital, a observação de Aluizio Amorim sobre o desmatamento da Mata Atlântica e os “ecochatos”, gostaria de complementar o seguinte:

l - O primeiro bilhão de habitantes no planeta, só foi completado em l830; 2 - O segundo bilhão levou 1 século: 1830/1930; 3 - O terceiro bilhão levou 30 anos: 1930 - 1960; 4 - O quarto bilhão levou 15 anos: 1960 - 1975; 5 - O quinto bilhão levou 11 anos: 1975 - 1986; 6 - O sexto bilhão completou no ano 2000.

Acrescentamos ao planeta 260 mil habitantes por dia. Como poderá o planeta aguentar? Ficaria o dia inteiro citando números, percentuais, poluição, desmatamentos, áreas de desertos criadas, pobreza, saúde, etc.etc.etc. A floresta tropical é destruida à velocidade de 1 hectare a cada 2 segundos. CAUSA: Falta de planejamento famíliar ou controle da natalidade. Só se discutem os efeitos, as causas, só depois das catástrofes.

Nota: O primeiro mundo dobrará sua população em 800 anos, o terceiro mundo em apenas 40 anos.”

 
 

Março/2008

 

Santa Mônica

“Sou leitor do jornal desde o número 1 - tenho a coleção completa em casa.

Quando o ex-Bairro, atual Ilha Capital, completou um ano de circulação, enviei carta à Redação afirmando que o jornal era o acontecimento mais importante no Rio Vermelho em dez anos, tempo que, na época, eu morava no bairro.

Hoje, às vésperas do jornal completar quatro anos, quero reformular minha afirmação: ao consolidar sua presença em outras regiões de Florianópolis, fiscalizar de forma sistemática ausências e incompetências das autoridades que deveriam resolver os problemas cotidianos da cidade e, principalmente, desconstruir com objetividade e método o discurso “salvador da pátria” dos “limosos”(*) de plantão, o Ilha Capital tornou-se a publicação mais importante surgida na capital catarinense neste período.

Mudei de bairro, mas continuo leitor do jornal, porque o Ilha Capital transcendeu o Rio Vermelho e tornou-se porta-voz de quem acredita em livre iniciativa, empreendedorismo e desenvolvimento sustentado e identifica claramente aqueles que, movidos por fisiologismo politiqueiro ou sectarismo ideológico mesquinho, permitiram que Florianópolis se transformasse numa cidade de servidões e loteamentos irregulares.

Lamento que o Ilha Capital seja ainda um “nanico”. Se deste jeito, um davi esquálido de recursos enfrentando vários golias corporativos, já consegue fazer tanto, imaginem com maior circulação, tiragem e leitores. Para isso, é preciso dinheiro, que sobra entre os “limosos”, altamente eficientes na conquista de financiamento para o seu proselitismo.

Para quem não sabe, a Maria Aparecida e o Paulo Simões vivem de maneira modesta e batalham muito para fazer o Ilha Capital. Sei disso porque quis conhecer quem estava por trás do jornal. Agora que o leitor também sabe disso, proponho a seguinte reflexão: pense como seria o Ilha Capital se os dois pudessem se dedicar apenas ao jornal, sem outras preocupações financeiras? Pare de imaginar... Passe a financiar esta idéia. Ao invés de receber o jornal de graça, assine. Se puder, em vez da quantia irrisória que eles pedem pela assinatura, pague mais. E, se tiver “bala”, mesmo, garanta uma verba mensal constante. Assim eles terão a tranqüilidade necessária para planejar o crescimento do jornal.

Eles realizam com poucos recursos, às vezes próprios, aquilo que nós, por comodismo, falta de tempo ou desmotivações diversas não fazemos: cobram das autoridades que cumpram seu dever e enfrentam as patrulhas do atraso, em favor da defesa da cidade.
“Quando os bons se omitem, o mal prospera”. Vamos ajudá-los.

Jakzam Kaiser - empresário

(*) Nota da redação: “Lideranças de Movimentos Sociais”, expresão cunhada pela Cacá Menéia

 

Novo Hamburgo - RS

Em primeiro lugar, meus cumprimentos ao Jornal Ilha Capital pelo jornalismo autêntico, honesto, confrontador.

Dia 23 de Fevereiro, 21:00 h. Desembarco na Rodoviária, com destino a meu apartamento em Canasvieiras. Tenho 68 anos de idade, minha esposa 67, minha neta 11.

Normalmente faço a viagem de carro, outras vezes, de avião. Comecei a viajar de ônibus pois são confortáveis e têm ótimo atendimento.

Busco auxílio para levar a bagagem, volumosa e pesada, até o táxi, mas não há carrinhos. Perguntei a uma senhora que dava as boas-vindas à Santa Catarina. Polidamente me informa que a esta hora não há mais carrinhos. Poderia encontrar algum fora da rodoviária. Não encontrei. Pergunto a outro funcionário, que me orienta: no final sul da rodoviária eu encontraria carrinhos. Mas também não havia e o informante sumiu. Recorri aos táxis, pedindo que manobrassem até onde estava a bagagem. Não podiam fazer isto. Então eu mesmo comecei a carregá-la até os táxis. Um motorista, sabedor que meu destino era Canasvieiras, prontificou-se em ajudar-me. Expressei minha indignação pelo descaso dos responsáveis, que deixam os passageiros à própria sorte. Fui orientado a registrar a ocorrência. Depois de ouvir minhas queixas o atendente informa que eu devo fazer o registro por escrito, num livro já desgastado. E lá estava eu, há uns 30 minutos envolvido, suado e cansado, depois de 9 horas de viagem de ônibus... e ainda fazer um relatório? Pedi ao atendente que anotasse ele mesmo o número de meu RG e endereço, e fizesse o registro, pois eu não tinha mais tempo a perder. Ele respondeu que o procedimento não era esse, o que entendo. E me retirei.

Paguei por 28 Km, da Rodoviária até meu destino, R$60. Viajei 480 KM, desde Novo Hamburgo (RS), por R$ 51.

Não sou turista, mas se fosse é claro que procuraria outros locais. O descaso é flagrante e inadmissível.

Mauricio Schmidt
Novo Hamburgo - RS

Fazendo a diferença!

“A diretora Bernadete, da EBM Antônio Paschoal Apóstolo, está de parabéns!

O ano letivo começou bem. Todas as segundas-feiras os alunos entram em forma para cantar o Hino Nacional, e diariamente, ao bater o sinal, eles fazem fila no pátio e seguem a professora até a sala de aula.

Patriotismo, disciplina e ordem, valores antigos que fizeram parte de nossas vidas e nunca fizeram mal a ninguém. Revê-los é resgatar para nossos jovens o verdadeiro papel da escola: EDUCAR.”

Sônia Prestes
micro-empresária