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Dos Leitores |
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Sempre leio o Jornal Ilha
Capital e gosto muito. Nota 10! Nasci em SC, em 1937, saí
daqui jovem para estudar, vivi algum tempo fora do país e só
retornei há seis anos. Moro no Rio Vermelho e fui a Canasvieiras
fazer compras e passear. Lá vi coisas que me irritaram. Para ser
breve, observei: 1 - Lavar o comércio e jogar a água e lixo na
rua para a Prefeitura limpar. E quem faz isso é a maioria
estrangeira. O brasileiro é muito bonzinho... 2 - Outra coisa
absurda é o câmbio nas esquinas. Onde está o imposto cambial?
Que tipo de pessoa está por trás dessa atividade? Acho que é
caso de PF. Aproveito para dar uma sugestão: Florianópolis, que
é uma cidade turística, com muitas pousadas e hotéis, deveria
ter lavanderias de auto-serviço disponíveis, como em todas as
grandes cidades. Aqui só tem aquelas que cobram por peça e são
muito caras. Espero ter sido útil ao Jornal.
Jane
Noto que está muito em pauta o
assunto sobre o Plano Diretor. Até concordo, mas também está
no site da prefeitura o estudo sobre o novo código de postura da
cidade de Florianópolis, que é bem antigo e, digamos a verdade,
não existe fiscalização para nada dos artigos que constam no
código atual. O Jornal Ilha Capital poderia comentar sobre isto
e colocar um link para que os cidadãos possam saber o que tem no
atual código para saber o que pode ser melhorado. Agora, ser
fiscalizado é outra coisa...
Atenciosamente
Vilder Vignatti
Acuso o recebimento do jornal
“Ilha Capital”. o nanico que incomoda, em sua edição 90,
cuja gentileza agradeço.
As matérias nada ficam a dever aos
grandes jornais. Ao contrário, os superam, pois vocês são um dos
poucos jornais que manifestam uma linha editorial anticomunista.
Meus cumprimentos !!!
Um grande abraço,
Anatoli Oliynik -
Curitiba – Paraná
Parabéns! O Jornal está cada
dia melhor.
Cordiais saudações,
Marcelo Dantas
Mais um parabéns pela edição
do Ilha Capital. O destaque no site é a musiquinha da farra do
boi, muito legal e uma verdadeira aula de educação ambiental.
Um forte abraço,
Francisco Caruso Gomes Jr |
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"Obviedades estratégicas"
"Obviedades
estratégicas", um dos artigos mais esclarecedores que já li.
Perdido em um jornal de comércio de São Paulo, jamais me seria
acessível não fosse o trabalho de garimpo, inédito, que vocês
produzem. E o fazem com o cuidado de selecionar material que se
perfila com a proposta do jornal, muito clara, de combater a
hipocrisia reinante e, eis aí, outro ineditismo, pelo menos aqui
em Florianópolis. Obrigado, portanto.
Roberto São Thiago
Petista e terrorista
Li o jornal
impresso, que recebo religiosamente. Já não chega as baixarias
que essa turma teima em vir fazer aqui? Esse Jalmir Gibbon
Fernandes bateu recordes. Além da boininha, precisa de um lenço
à lá Arafat? Petista e terrorista da Al-Qaeda? Quando digo que
sou um ex-gaúcho, me trucidam... mas, ultimamente não tenho me
orgulhado muito de ter nascido por lá.
Abraços,
Adilson Minossi de
Oliveira
SERTE
Ao longo de seus 54
anos de história, a SERTE, por atuação e significado, tornou-se
referência na Grande Florianópolis. Além dos méritos e da
dedicação daqueles que fazem a SERTE, a participação de empresas
como a de vocês é fundamental na divulgação dos serviços e
eventos do Norte da Ilha.
Agradecemos a
atenção com a divulgação do evento "A SERTE COM A LAZANHA DA
SÔNIA" e esperamos que ela se transforme numa parceria
duradoura.
Cordialmente,
Jorge A. Cameu -
Presidente da SERTE |
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À
Equipe de Redação,
Gostaria de
parabenizá-los pela excelente reportagem Hakani, o Sorriso que
evoluiu a Humanidade.
O Brasil tem crescido
muito nos últimos tempos, mas ainda nos deparamos com situações
como essas, que contradizem os Direitos Humanos, excluindo as
crianças indígenas deste país do direito à vida.
Sou uma defensora
ativa do movimento contra o infanticídio e meu desejo é que
matérias como essas continuem a ser difundidas para que a
sociedade se informe de que podemos viver uma sociedade mais
justa e melhor.
Cleonice
Barbosa da Silva
Porto Velho
Rondônia
Nicolau, o urutau cara de pau!
Ficaram ótimas a
reportagem sobre o urutau e as indicações dos sites para
pesquisa. Mostrar a exuberante fauna que ainda temos em nossa
Ilha é uma maneira muito eficiente de fazer as pessoas mudarem
sua maneira de ver os bichos e todo o ecossistema que eles
necessitam para perpetuar-se. Ninguém pode amar e proteger o que
não conhece. Eu mesmo antes de começar a observar melhor a
natureza e todos as relações que existem entre o seres e seu
meio-ambiente, era um caçador sem a mínima culpa por isso. Mas
comeccei a ver a semelhança incrível entre as relações
familiares humanas e as dos animais em geral... a preocupação
dos pais com os filhos, os jogos de sedução para conquistar uma
parceira, a batalha pelo pão de cada dia, ou seja, somos muito
parecidos com o resto dos seres. Aliás, em algumas questões, os
animais dão um banho de sabedoria aos seres humanos. Enfim, tudo
isso para dizer que é muito importante o trabalho que o Ilha
Capital faz na página dedicada a levar ao conhecimento das
pessoas quem vive ao nosso redor e tantas vezes é ignorado - ou
depredado - o que é o pior de tudo. PARABÉNS.
Se precisarem de
imagens da fauna da Ilha, terei o maior prazer em colaborar. Não
deixem de me solicitar.
Abraços.
Miguel Serrão
Lagoa da Conceição
Encontro na Côte D'Azur:
Catarinense
de Caçador, Alberto Pedrassani Costa Neves morou
por muitos anos em Floripa e atualmente vive em Nice, na França.
Capitão-de-Mar-e-Guerra da Marinha do Brasil, hidrógrafo e
oceanógrafo, Pedrassani é o primeiro brasileiro a ocupar uma
cadeira de assistente técnico no Conselho da Organização
Hidrográfica Internacional, sediada no Principado de Mônaco.
Em
janeiro, Alberto recebeu a visita da amiga Bernadete da
Rosa, moradora do Rio Vermelho e diretora da Escola
Básica Antônio Paschoal Apóstolo. que este ano trocou o verão na
Ilha-capital pelo magnífico inverno na Costa Azul. Ambos são
leitores do Jornal Ilha Capital e enviaram algumas fotos do seus
passeios para nosso registro, com exclusividade. |
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Parabéns aos editores
do Jornal Ilha Capital. Pela primeira vez consegui ler um Jornal
inteiro e não achar nenhum defeito, pois todas as afirmações de
vocês são perfeitas. Continuem assim a desafiar o poder desses
burocratas de plantão, esses ecochatos que infestam nossa ilha
e, principalmente, esses xaropes que vivem a atrasar o
desenvolvimento de nossa Ilha-Capital. Exemplo disso foi o caso
do estaleiro do Eike Batista, que está sendo construído no Rio e
que gerará cerca de cinco mil empregos diretos e mais de 15 mil
indiretos e os ecochatos não deixaram que saísse em Biguaçu.
Nota 10, digo MIL para
todos vocês. E sigam em frente.
Jacinto A. Martins (Jassa) |
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Caro Paulo Simões,
Obrigado pela oportunidade de ler o
Ilha Capital, o "nanico" e corajoso, posicionado e franco.
PARABÉNS! Já no editorial ficam claros os valores e os ideais do
Jornal. Como seria bom se tivéssemos um maior número de veículos
com a marca da coragem do teu Ilha Capital. Com certeza a
"Democracia brasileira" seria verdadeiramente a favor das
pessoas e não ao sabor das ideologias do atraso que,
lamentavelmente, dominam nosso Brasil. Reconheço: somos poucos a
lutar, mas não vamos nos render. O futuro do País contruímos no
cotidiano, reafirmando a Liberdade e a verdadeira Democracia.
Longa vida ao Ilha Capital.
Abraço
Dep. Federal Onyx
Lorenzoni (DEM) |
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Conheci um
jornalzinho
No dia em que circulou
Desde então o teimosinho
Só fez crescer, engordou
Tem oito anos de idade
Quem o lê, acho que não
Percebe a maioridade
O "nanico" é jornalão
Com meus cumprimentos.
Moacyr Calheiros
Campeche |
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Prezado
Editor,
Parabéns pela coragem
de denunciar a forma como os radicais de esquerda se apossaram
da bandeira verde para investir contra o sistema produtivo em
Florianópolis. A sociedade deveria exigir, minimamente, que eles
dessem o exemplo, se despojando de seus bens (fruto desse mesmo
sistema produtivo), em especial do carro, da geladeira, da
televisão, do condicionador de ar. Enfim, de todo e qualquer
conforto. Principalmente daqueles que vivem sobre as dunas e em
ocupações irregulares. A sociedade deveria, também, exigir dos
órgãos governamentais (IBAMA, ICMBio, SPU, Ministério Público,
principalmente) que cumprissem suas funções institucionais.
Grande abraço,
Alberto Pedrassani
Costa Neves - de Mônaco |
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Ô
sua Cacá Meneia.
Tu tax querendo mi
copiá, é ?
Para cum isso, Ô.
Depoix qui mi visse no imagem da ilha fizesti iguarzinho, Ô!
Vê si usa a cuca i
inventa alguma cosa nova, Ô. Maix criativa, in vez di ficar
jogandu "M....." nu ventiladô. Vê si si manca, ô!. I falando nu
teu nomi, tu ex prima du Cacau Meneses, Ô. Ou táx querendo ser
ingraçada, Ô. O Josiney, meu subrinho, falô pra eu ligá pros
adevogadus do jornal, pra vê si é legal essa cópia. Depoix ti
conto, ou melhor, eles ti escrevem.
Vai qui eu já fui....
TM |
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Exmos. Senhores:
Acabo de regressar
a Portugal após ter passado um mês em Florianópolis, mais
precisamente na Lagoa da Conceição, onde tenho amigos e
familiares, já que minha mulher é brasileira.
Aproveitei a
oportunidade para conhecer melhor a imprensa local, que estava
acessível em várias cafetarias, e constatei que nela destaca-se
o "ILHA CAPITAL", não só pelo aspecto gráfico, mas
principalmente pela excelente colaboração, que versa matéria
interessante e formativa, e em regra, em bom português.
Está pois de
parabéns o Vosso Jornal, e eu, como jornalista e redactor do "NG",
congratulo-me com o facto.
Embora não costume
oferecer colaboração, senti-me quase na obrigação de o fazer, já
que costumo passar férias na Ilha, onde possuo numerosos amigos
e quase a totalidade da família de minha mulher.
Escuso enviar
currículo, uma vista de olhos pela Google fala por mim. Sou o
coordenador responsável pelo blogue "PAZ", colaborado por amigos
brasileiros e portugueses.
Para avaliar o
género de artigos que posso enviar, junto dois, que podem ser
publicados: um, sobre a mulher; outro, que foi reproduzido em
vários sites e publicações, que penso ter reduzido interesse
para o Vosso magnífico jornal, mas serve para o meu ponto de
vista sobre esse assunto.
Atentamente,
Humberto Pinho da
Silva
(http://solpaz.blogs.sapo.pt/) |
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Parada Gay
O uso do espaço público cedido pelo prefeito Dário Berger para a parada
gay é uma clara violação dos direitos dos cidadãos de Florianópolis.
Entretanto, deve-se entender que esse prefeito é coerente com seus
planos eleitorais. Afinal, não lhe restando mais a reputação de bom
administrador e fidelidade a seus companheiros, é compreensível que ele
apóie qualquer ato que lhe capitalize alguns votos. Os homossexuais
parecem mesmo necessitar de exibição pública, até para incrementar sua
auto-afirmação. A propósito, o Supremo Tribunal Federal aprovou o
casamento gay, à revelia do Legislativo. É o mesmo Tribunal, cujos
(suspeitos) juízes aprovaram a flagrante violação do tratado
internacional de extradição com a Itália, para beneficiar o bandido
esquerdista Battisti. Esses fatos nos sinalizam para dias sombrios,
sobretudo para as famílias brasileiras.
Sergio Colle – Professor da UFSC |
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SOS Canasvieiras

Sabemos que, pelo fato
de morarmos e trabalharmos neste paraíso que é Florianópolis (Canasvieiras),
temos que dividí-lo com o turista. O que não podemos aceitar, é
que venha o turista baderneiro, aquele que não tem respeito
nenhum com o lugar e as pessoas, que acha que por não estar na
cidade dele, pode fazer o que bem entender, perturbando a ordem
pública e o sossego de quem aqui vive.
Alguns hotéis que
recebem excursões permitem que hóspedes desses grupos tomem
conta e façam o que bem entendem: baderna, baixaria, gritaria,
bebedeira, falta de respeito com as pessoas dentro e na frente
do hotel e muito mais. Sem providências, perdem o controle.
Pessoas que vivem no entorno não descansam, principalmente à
noite, e no dia seguinte vão trabalhar cansadas, estressadas e
chateadas com a situação. É uma constante a polícia ser chamada
para “tentar” melhorar a situação, e é uma vergonha que precise
chegar neste ponto.
O dinheiro que o
turista gasta aqui, ajuda no desenvolvimento e melhorias para
nossa cidade, mas o turista que vem com sua família e quer
aproveitar de forma normal e numa boa seus dias de descanso,
acaba não voltando. Nosso “filme fica queimado” e também o
conceito dos hotéis que permitem que hóspedes extravasem o que
têm de pior.
Fica o alerta de que o
turista que incomoda não nos serve. E se é convidado a se
retirar, ótimo: é um favor que não volte mais. Que venha
compartilhar conosco, o bom turista, aquele com sua família, que
fica maravilhado com a beleza de nossa ilha, a gentileza de
nossos moradores, com nosso artesanato e nossa variada
gastronomia.
Ao Jornal Ilha
capital, agradeço a oportunidade de poder dar o alerta e
informar o que muita gente ainda não sabe.
Claudia
Reichardt |
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Esta bela cidade já
perdeu este ano a praia da Armação, no Sul da Ilha. Não vamos perder
mais uma, para a água suja parada com forte cheiro e veículos circulando
na areia em vez dos guardassóis dos banhistas.
Solicito que este conceituado
jornal apresente matéria, se possível com foto, alertando para o risco
de se perder mais uma praia: Canajurê. Ela já foi, anos atrás, objeto de
atenção especial da Prefeitura, que colocou tachões de madeira junto à
servidão Valdemar Medeiros, para impedir trânsito e estacionamento de
veículos dentro da praia, como existe na praia do Forte. As marés de
inverno levaram as placas oficiais dos órgãos públicos informando que “é
proibido o estacionamento de veículos na praia”. Também taparam uma
espécie de canalização que havia sido escavada na areia, entre uma saída
cloacal que esgota dejetos e o mar. O que se espera do Poder Público é
uma ampla revitalização da beira do mar e areia da praia, ainda antes do
Natal.
Luiz Carlos Filho |
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Caros
valentes desse nanico, grande e enfrentador: Me constrange
voltar aos mesmos problemas sem solução. Quantas vezes nesses
anos busco ajuda de tantos outros sem receber nem a simples
cortesia de um “recebido”? É inacreditável a indolência, a falta
de responsabilidade e atitude dos que foram eleitos para
gerenciar as necessidades dos contribuintes da cidade. Pobre o
balneário Canasvieiras: sem fiscalização da proibição de jogos
nas praias, cuja lei existe há 14 anos (recolham os equipamentos
em uso!); com animais na praia transmitindo doenças: devem ser
recolhidos; com banhistas que satisfazem necessidades
fisiológicas no mar, que vira imundície: precisa dois sanitários
a cada 100 metros; sem fiscalização rigorosa dos jet skis nos
200 metros dos banhistas: multa e recolhimento; sem pranchões
para as pessoas atravessarem os arroios fétidos que desaguam no
mar (Canajurê). Nada é feito: NADA!
Assíduo leitor
Mauricio
Schmidt |
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Vargem Grande
Senhor Diretor:
Gostei muito do Jornal Ilha
Capital, que recebi em um mercado perto de onde moro. Pequeno -
no tamanho, mas grande no conteúdo - o seu jornal local retrata
com propriedade os assuntos, sem receio de perder patrocinador,
mas sim preocupado com a sociedade como um todo. O Ilha Capital
agrada quem possui conhecimentos gerais e instrui quem não
possue, por abordar questões variadas, satirizando algumas
delas. Poderíamos até chamá-lo de síntese do que ocorre em nosso
país.
Sou jovem de cabeça e velho na
cronologia dos anos. Já fiz palestras sobre assuntos diversos e
cheguei a editar um pequeno jornal em São Paulo, isso há mais de
quarenta anos. Sei como não é fácil: tudo demanda tempo,
dinheiro, pessoal e assim por diante. Também já tive coluna em
outro jornal.
Digo isso para que o senhor saiba
que tenho experiência que me recomenda a elogiar quando leio um
veículo de comunicação inteligente e bem feito.
Não o conheço e a nenhum dos
redatores, mas parabenizo-os.
Roberto Trapani - Vargem Grande
Jurerê
Prezados!
A propósito da matéria
de capa “Omissão Cúmplice”, sobre poluição visual: por favor,
não deixem criar asas aqueles que estão pouco ligados às
questões ambientais, culturais... O negócio deles é ganhar
dinheiro a qualquer custo, mas o lugar deles não é aqui nesta
geografia maravilhosa! Lugar de porco é no chiqueiro.
Sou gaúcho de Canoas,
morando há dois anos na Ilha. Registro aqui minha indignação,
apoio e amor por esse estado!
Parabéns pela edição!
Paulo Proença - Jurerê |
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Em estado de abandono
Necessitamos de maior assistência
por parte dos gerentes do Estado e da Prefeitura. Não temos
sequer um vereador que nos represente, praias do norte.
Como única alternativa, vejo esse
veículo com condições de fazer notar as mazelas, sujeiras,
desrespeito de veranistas aos proprietários de imóveis,
contribuintes.
Cabines sanitárias e chuveiros, são
de alta prioridade, pois as necessidades fisiológicas são
simplesmente evacuadas no mar. O que fazer? Isto são coisas
banais, baratas e trariam um pouco mais de civilidade.
Inclusive as placas orientando se a
praia está própria ou não para banho, necessitam de exame
diário: são arrancadas. Incrível, mas já vi placas de orientação
sobre jogos, serem usadas como REDES de vôlei.
Jogos nas praias, principalmente de
bolas, basicamente de parte dos argentinos; cães nas praias;
carros com som ligados com volume extremo; segurança, mesmo que
transitória por parte policial, tanto na orla como ruas
adjacentes; faltam pranchões nas vazantes de arroios nas praias
para podermos caminhar sem sujar e encharcar nossos calçados com
aquela “água“. Inclusive embarcações, jet skys em velocidade, a
menos do que a distância permitida da preamar. Acidentes, não
sei se já ocorreram, mas estão prestes a acontecer, E daí?
Ficaria por isto mesmo.
Tanta gente empregada. Por certo
poderiam colocar dois fiscais de bicicletas, a “patrulhar“ esses
desmandos, recolhendo equipamentos e proibindo jogos.
Saudações
Mauricio Schmidt |
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Senhor Editor
Recebemos com grande
satisfação o “Ilha Capital”, realmente uma ilha em um país onde
pululam defensores do Estado, da estatização da economia, do
aumento do número de funcionários públicos e da corrupção
desenfreada.
Agradeço terem dado
espaço à publicação do nosso prêmio Donald Stewart concedido
anualmente (esta é a 7ª edição) a três universitários ou
mestrandos para dois seminários nos EUA – um em Nova York, o
outro em San Diego. Lá, durante 15 dias, em regime de internato,
os premiados convivem com o que há de melhor na intelligentsia
norte-americana. Além de tudo pago, recebem um “pocket money”.
Fique à vontade para
reproduzir material do site do Instituto Liberal. Sabemos como é
difícil sobreviver no Brasil defendendo o liberalismo. Estamos
brigando há 26 anos.
Um forte abraço,
ARTHUR CHAGAS DINIZ
Presidente - Instituto Liberal
Rio de Janeiro
www.institutoliberal.org.br
ilrj@gbl.com.br |
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Novembro / 2009 |
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Prezado Senhor
Paulo Roberto Simões
Digno Diretor Responsável
Jornal Ilha Capital
Um amigo passou-me
às mãos um exemplar de seu periódico e fiquei entusiasmado com a
coragem e o patriotismo da edição, na abordagem de artigos que
combatem o Comunismo.
Somos integrantes
do GRUPO INCONFIDÊNCIA, grupo cívico de Minas Gerais, cujas
principais finalidades são lutar contra o Comunismo e a
Corrupção, pelo Fortalecimento das Forças Armadas e pela defesa
da Vida Humana, da Família Tradicional e dos Valores
Conservadores da Sociedade.
Nosso site é
www.grupoinconfidencia.com.br.
Gostaríamos de
enviar-lhe alguns exemplares do nosso Jornal Inconfidência, de
circulação nacional, mas não tenho seu endereço. É possível
enviar-me?
Despeço-me,
desejando-lhe boa sorte na cruzada que, com determinação, o
senhor abraçou.
Um forte abraço,
Reynaldo De Biasi Silva Rocha
Coronel Reformado do Exército Presidente do Grupo Inconfidência |
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Outubro / 2009 |
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Canasvieiras
Senhores,
Agradeço pela presteza em que no
prazo certo me entregam as edições do Ilha Capital. Eu o leio
todo. Jornal valente!
Talvez expondo através de suas
páginas, sejamos atendidos no que há muitos anos reclamamos:
1 - Limpeza da praia por
varredores.
2 - Simples colocação de pranchões
para atravessar os canais pútridos, de afluentes à nossa praia.
São quatro locais de despejo de latrinas que temos que
atravessar, crianças e adultos enchendo os calçados de dejetos.
E muitos contribuintes a banharem-se nessas águas fétidas.
3 - Proibir em definitivo os jogos
de bola, desde frescobol, futebol, vôlei, tênis. Existe lei há
12 anos, que nunca foi observada. Usam ATÉ AS PLACAS DE
ADVERTÊNCIA COMO REDE! Impunidade, desrespeito aos mantenedores,
os proprietários na região.
Se houvesse um fiscal, com
indumentária de fiscal da Prefeitura, que de bicicleta fizesse
um roteiro diário na praia, por certo coibiriam os abusos,
praticados por farofeiros e por muitos argentinos, denominados
por outros, não por mim, de HERMANOS.
Recolher os materiais dos jogos já
ajudaria em muito e imporia respeito. Se não sustarem isso de
vez, só aumentarão as discussões e brigas, o DESCONFORTO com a
falta de consideração desses elementos que atormentam os
contribuintes fixos.
4 - Animais na praia. Uma turminha,
sempre a “passear“ na praia. Tenho quatro cães mas jamais os
levaria à praia para as suas necessidades fisiológicas. Isso já
inicia às 7:00 diariamente. Vejam por sí. É outra transmissão de
doenças.
5 - Barcos a motor, jet skies,
barcos à vela, caiaques manejados por inexperientes, pondo em
risco os banhistas.
Convenhamos, se nossos eleitos nada
disto considerarem, não os reelejamos. Simples assim.
Isto posto, mesmo que esta seja
publicada, duvido que alguma atitude será observada de parte da
Prefeitura, e demais órgãos estaduais e federais, mesmo que
nosso atento Ilha Capital interfira: já reclamo tudo isto há
algumas décadas. Incompertência? Negligência? Desrespeito ao
contribuinte? Sei lá. Só sei que é pouco o que necessitam fazer
para nos permitir, aos contribuintes, um sossego civilizado em
nossa praia. Afinal, pagamos impostos para quê? Pros hermanos?
Cães?
Sujeira? Poluição sonora? Barcos
fora dos limites?
Iniciemos, preparemo-nos, agora
também com máscaras em nosso próximo período de férias.
Convenhamos. Civilidade, respeito higiene, são inerentes ao
convívio social. Cada um faça sua parte para dar certo.
Mauricio Schmidt |
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Julho / 2008 |
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Cachoeira do Bom Jesus
Fala João Jannis!
“Lendo no Ilha Capital, a
observação de Aluizio Amorim sobre o desmatamento da Mata
Atlântica e os “ecochatos”, gostaria de complementar o seguinte:
l - O primeiro bilhão de habitantes
no planeta, só foi completado em l830; 2 - O segundo bilhão
levou 1 século: 1830/1930; 3 - O terceiro bilhão levou 30 anos:
1930 - 1960; 4 - O quarto bilhão levou 15 anos: 1960 - 1975; 5 -
O quinto bilhão levou 11 anos: 1975 - 1986; 6 - O sexto bilhão
completou no ano 2000.
Acrescentamos ao planeta 260 mil
habitantes por dia. Como poderá o planeta aguentar? Ficaria o
dia inteiro citando números, percentuais, poluição,
desmatamentos, áreas de desertos criadas, pobreza, saúde,
etc.etc.etc. A floresta tropical é destruida à velocidade de 1
hectare a cada 2 segundos. CAUSA: Falta de planejamento famíliar
ou controle da natalidade. Só se discutem os efeitos, as causas,
só depois das catástrofes.
Nota: O primeiro mundo dobrará sua
população em 800 anos, o terceiro mundo em apenas 40 anos.” |
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Março/2008 |
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Santa
Mônica
“Sou leitor do jornal desde o
número 1 - tenho a coleção completa em casa.
Quando o ex-Bairro, atual Ilha
Capital, completou um ano de circulação, enviei carta à Redação
afirmando que o jornal era o acontecimento mais importante no
Rio Vermelho em dez anos, tempo que, na época, eu morava no
bairro.
Hoje, às vésperas do jornal
completar quatro anos, quero reformular minha afirmação: ao
consolidar sua presença em outras regiões de Florianópolis,
fiscalizar de forma sistemática ausências e incompetências das
autoridades que deveriam resolver os problemas cotidianos da
cidade e, principalmente, desconstruir com objetividade e método
o discurso “salvador da pátria” dos “limosos”(*) de plantão, o
Ilha Capital tornou-se a publicação mais importante surgida na
capital catarinense neste período.
Mudei de bairro, mas continuo
leitor do jornal, porque o Ilha Capital transcendeu o Rio
Vermelho e tornou-se porta-voz de quem acredita em livre
iniciativa, empreendedorismo e desenvolvimento sustentado e
identifica claramente aqueles que, movidos por fisiologismo
politiqueiro ou sectarismo ideológico mesquinho, permitiram que
Florianópolis se transformasse numa cidade de servidões e
loteamentos irregulares.
Lamento que o Ilha Capital seja
ainda um “nanico”. Se deste jeito, um davi esquálido de recursos
enfrentando vários golias corporativos, já consegue fazer tanto,
imaginem com maior circulação, tiragem e leitores. Para isso, é
preciso dinheiro, que sobra entre os “limosos”, altamente
eficientes na conquista de financiamento para o seu
proselitismo.
Para quem não sabe, a Maria
Aparecida e o Paulo Simões vivem de maneira modesta e batalham
muito para fazer o Ilha Capital. Sei disso porque quis conhecer
quem estava por trás do jornal. Agora que o leitor também sabe
disso, proponho a seguinte reflexão: pense como seria o Ilha
Capital se os dois pudessem se dedicar apenas ao jornal, sem
outras preocupações financeiras? Pare de imaginar... Passe a
financiar esta idéia. Ao invés de receber o jornal de graça,
assine. Se puder, em vez da quantia irrisória que eles pedem
pela assinatura, pague mais. E, se tiver “bala”, mesmo, garanta
uma verba mensal constante. Assim eles terão a tranqüilidade
necessária para planejar o crescimento do jornal.
Eles realizam com poucos recursos,
às vezes próprios, aquilo que nós, por comodismo, falta de tempo
ou desmotivações diversas não fazemos: cobram das autoridades
que cumpram seu dever e enfrentam as patrulhas do atraso, em
favor da defesa da cidade.
“Quando os bons se omitem, o mal prospera”. Vamos ajudá-los.
Jakzam Kaiser -
empresário
(*) Nota da redação: “Lideranças de Movimentos Sociais”,
expresão cunhada pela Cacá Menéia |
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Novo Hamburgo - RS
Em primeiro lugar,
meus cumprimentos ao Jornal Ilha Capital pelo jornalismo
autêntico, honesto, confrontador.
Dia 23 de Fevereiro,
21:00 h. Desembarco na Rodoviária, com destino a meu apartamento
em Canasvieiras. Tenho 68 anos de idade, minha esposa 67, minha
neta 11.
Normalmente faço a
viagem de carro, outras vezes, de avião. Comecei a viajar de
ônibus pois são confortáveis e têm ótimo atendimento.
Busco auxílio para
levar a bagagem, volumosa e pesada, até o táxi, mas não há
carrinhos. Perguntei a uma senhora que dava as boas-vindas à
Santa Catarina. Polidamente me informa que a esta hora não há
mais carrinhos. Poderia encontrar algum fora da rodoviária. Não
encontrei. Pergunto a outro funcionário, que me orienta: no
final sul da rodoviária eu encontraria carrinhos. Mas também não
havia e o informante sumiu. Recorri aos táxis, pedindo que
manobrassem até onde estava a bagagem. Não podiam fazer isto.
Então eu mesmo comecei a carregá-la até os táxis. Um motorista,
sabedor que meu destino era Canasvieiras, prontificou-se em
ajudar-me. Expressei minha indignação pelo descaso dos
responsáveis, que deixam os passageiros à própria sorte. Fui
orientado a registrar a ocorrência. Depois de ouvir minhas
queixas o atendente informa que eu devo fazer o registro por
escrito, num livro já desgastado. E lá estava eu, há uns 30
minutos envolvido, suado e cansado, depois de 9 horas de viagem
de ônibus... e ainda fazer um relatório? Pedi ao atendente que
anotasse ele mesmo o número de meu RG e endereço, e fizesse o
registro, pois eu não tinha mais tempo a perder. Ele respondeu
que o procedimento não era esse, o que entendo. E me retirei.
Paguei por 28 Km, da
Rodoviária até meu destino, R$60. Viajei 480 KM, desde Novo
Hamburgo (RS), por R$ 51.
Não sou turista, mas
se fosse é claro que procuraria outros locais. O descaso é
flagrante e inadmissível.
Mauricio Schmidt
Novo Hamburgo - RS
Fazendo a diferença!
“A diretora Bernadete, da EBM
Antônio Paschoal Apóstolo, está de parabéns!
O ano letivo começou bem. Todas as
segundas-feiras os alunos entram em forma para cantar o Hino
Nacional, e diariamente, ao bater o sinal, eles fazem fila no
pátio e seguem a professora até a sala de aula.
Patriotismo, disciplina e ordem,
valores antigos que fizeram parte de nossas vidas e nunca
fizeram mal a ninguém. Revê-los é resgatar para nossos jovens o
verdadeiro papel da escola: EDUCAR.”
Sônia Prestes
micro-empresária |
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